Pássaros Brasileiros – YouTube.

RIO — Mico leão dourado, jacutinga e o boto cinza são três espécies da Mata Atlântica ameaçadas de extinção. Ter o registro fotográfico de uma destas espécies pode render uma premiação em dinheiro. A Associação de Fotógrafos de Natureza (AFNATURA) e a Secretaria de Ambiente do Estado do Rio promovem o concurso de fotografia “Abrace essas dez!”. A iniciativa vai premiar em dinheiro as 15 melhores imagens de ecossistemas da Mata Atlântica do Rio, onde vivem os dez animais que correm risco de extinção, e depois realizar uma exposição com as imagens vencedoras durante a conferência da Rio+20. Os prêmios somam R$ 16 mil e as inscrições serão aceitas até o dia 25 de maio no site do concurso.
De acordo com a organização, as outras espécies em risco são formigueiro do litoral, lagarto branco da areia, surubim do paraíba, muriqui, cágado do paraíba, tatu canastra e a preguiça de coleira. A ideia, segundo os organizadores, é estimular a importância das Unidades de Conservação e da preservação da biodiversidade da Mata Atlântica. São válidas imagens gerais e detalhes de ambientes como florestas, serras e campos, desde que estejam relacionadas com o habitat das espécies ameaçadas.
Entre os fotógrafos da comissão julgadora, estão o sócio proprietário do banco de imagens Natureza Brasileira, Zig Koch; o membro do Conselho Consultivo Internacional do Programa MaB, da Unesco, Clayton Lino; e o coordenador do Programa de Apoio a Criação de Unidades de Conservação Ambientais (ProUC) da Secretaria do Estado do Ambiente, Alessandro Terra Paes.
Animais em perigo de extinção são tema de concurso de fotografia – O Globo.
Semana passada foi aprovado na Câmara Federal um novo Código Florestal, que passa agora para a sanção ou veto da Presidenta Dilma. O que levou nossos congressistas a aprovarem este código, o que ele representa e o que ainda pode ser modificado é o que será discutido no artigo de hoje.
Primeiro quero discutir com você o que levou a proposição de um novo Código Florestal. O projeto de lei 1876 que modifica o Código Florestal vigente não é novo, ele vem datado do ano de 1999, porém passou muito tempo estagnado no congresso, e após um longo período, que na minha opinião poderia durar para sempre, vem a tona novamente e é aprovado pela esmagadora maioria na Câmara Federal.
A ressurreição do projeto de lei que deu origem ao novo Código Florestal não surgiu de um anseio da sociedade, pelo contrario, aparentemente a sociedade brasileira se mostra contra a aprovação do Código. Mas então porque ele foi votado e aprovado?
Aqui retornamos ao ponto que sempre venho discutindo com vocês: a nossa representatividade e o peso que a vontade popular tem ao se chocar com interesses individuais dos que deveriam nos representar.
Decisões como esta reflete perfeitamente que os parlamentares, e a maioria dos políticos do Brasil, servem somente à seus próprios interesses, ou melhor, os vendem para os detentores do poder Econômico. Com a política serva do grande capital, cria-se um cenário, onde trafegam lobistas e dinheiro em cuecas. E quem fica olhando tudo de longe, sem poder fazer nada é o povo, que somente é lembrado de dois em dois anos.
Em suma, o Código aprovado pela maioria dos nossos deputados reduziu drasticamente as áreas de Preservação Permanente das margens dos rios, concedeu autorização à atividades “agropecuárias” nos topos dos morros e permitiu a redução de 80 para 50% as áreas de Reserva Legal em Estados que possuam mais de 65% de seu território composto por áreas protegidas, porcentagem esta que, segundo o professor Charles Chelala, atingiria somente o estado do Amapá e talvez Roraima.
Porém quero me deter a um ponto que me causou perplexidade: a concessão do que podemos chamar de anistia para quem desmatou até 2008. Ao meu ver isto é um absurdo. Um crime ambiental vai ser perdoado em troco de que? A quem está anistia vai beneficiar? Só há uma resposta. Não só a anistia, mas todo o novo Código Florestal irá beneficiar os grande exportadores e empresários do agronegócio, os grandes latifundiários e os grandes produtores rurais. Traduzindo, o novo Código Florestal não traz nada de novo, só a velha elite brasileira legislando em causa própria, cega aos clamores populares e a pressão internacional, mas com o olhar fixo e atento a ampliação de seus direitos e o crescimento de sua conta bancaria.
E agora, o que nos resta fazer? Será que só nos resta chorar e escrever artigos descontentes? Acho que não. Começamos por saber como votou nossos deputados no substitutivo enviado pelo Senado à Câmara Federal, para que, assim como eles, podermos nos lembrar de dois em dois anos.
Os debutados do Amapá que votaram a favor do Código Florestal foram: Davi Alcolumbre (DEM), Evandro Milhomen(PC do B), Fátima Pelaes (PMDB), Luiz Carlos (PSDB), e Vinicius Gurgel (PR). Os deputados que foram contra o Código aprovado e a favor do substitutivo enviado pelo senado foram: Sebastião Bala Rocha (PDT) Janete Capiberibe (PSB), Dalva Figueiredo (PT).
Muita gente é contra a publicidade da votação, mas como fiscalizar e constatar que o político que elegemos está cumprindo com as suas promessas ou está representando a vontade de seus eleitores? Cada um de nós tem a obrigação de construir uma sociedade mais consciente e democrática.
Mas a discussão sobre o Código ainda não foi sanada. O projeto de lei segue agora para a sanção da Presidente Dilma, e é ai que está depositada a ultima esperança dos ambientalistas, o veto presidencial.
Se a Presidente Dilma vetar, ao todo ou em partes o Código, ele voltará para a câmara dos deputados para uma nova votação, e só após essa votação, se mantida a decisão anterior ao veto, o código passa a ser lei.
Por vezes, nós que moramos nas cidades, damos pouco valor as causa ambientais, como se os produtos que nos chegam a mesa, ou os objetos que nós utilizamos no dia a dia não fossem fruto da natureza. O que esquecemos é que o homem faz parte desta natureza, e sem ela não pode sobreviver. Protegê-la não é preservar algumas arvores ou algum rio distante, é se auto defender. A sociedade amapaense deve entrar de cabeça nessa questão e lutar com unhas e dentes por um Código que realmente proteja o meio ambiente em que vivemos e não proteja a riqueza de alguns latifundiários do pais. Devemos lutar por um futuro comum. Devemos lutar não só pelos outros como por nós mesmos. Devemos lutar, porque legítima defesa, até no direito penal, não é crime.
Arley Felipe Amanajás – Nós também fazemos parte da natureza | Corrêa Neto.
ESTE ASSUNTO NÃO SE ESGOTA – CONTINUAMOS VÍTIMAS DA MÁ GESTÃO E DOS OPORTUNISTAS…
No Brasil, tudo vai para a conta do consumidor, até mesmo a culpa pela péssima gestão
ambiental. Não sou contra, em nenhuma hipótese, qualquer ação que venha a contribuir com o meio ambiente. Mas, creia, a questão das sacolinhas é de menor importância em relação a todos as outras embalagens reciclaveis…..Nossos rios estão entupidos de garrafas descartadas de refrigerantes e nenhum supermercado brasileiro levantou-se com a Indústrida das Bebidas….. Muito mais que ecológica a questão é poltico-econômica…
Nosso prefeito recicla apenas 1% de todo o lixo urbano desta metrópole que já tem 11 milhões de habitantes…(19 milhões na região metropolitana). e nosso lixo é embalado para coleta em plásticos igualmente poluidores por imposição da mesma Prefeitura…..Muitos de nós, (a maioria) utiliza-se das sacolinhas justamente para embalar o lixo doméstico… Qual a diferença entre sacolinhas e sacos para lixo. São plástico do mesmo jeito. Entretanto, para onde vão ? Pagamos pesados impostos para que os gestores se ocupem disso, mas não é o que acontece….. Por isso , tenhamos certeza, a questão ambiental é sobretudo política….. e também econômica, é claro, que o digam as grandes redes de supermercados que, só nessa tacada de acabar com as sacolinhas, estão embolsando 400 milhões de reais.
A pergunta é? Esses 400.000.000 DE REAIS serão abatidos dos preços das mercadorias que estão remarcados às alturas ?
Será que os supermercados doarão esse 400 milhões para que a Prefeitura aplique recursos para poupar o Meio Ambiente ?
Nosso trabalho já é feito para aqueles de nós que somos conscientes. Resta agora que os políticos e poderosos da economia EFETIVAMENTE decidam-se em favor do TRABALHO GLOBAL QUE É DE RESPONSABILIDADE DELES.
ALÉM DE MODESTAMENTE SEPARAR NOSSO LIXINHO DOMÉSTICO, TEMOS MAIS É QUE BOTAR A BOCA NO TROMBONE EM FAVOR DO MEIO AMBIENTE !!
NÃO SEJAMOS DÓCEIS OVELHAS QUE ACEITAM AS IMPOSIÇÕES INTERESSEIRAS DAQUELES QUE USAM EM VÃO A PALAVRA “MÃE NATUREZA”
(aldo della monica)
Água potável corresponde a toda água disponível na natureza destinada ao consumo e possui características e substâncias que não oferecem riscos para os seres vivos que a consomem,
como animais e homens. A água, em condições normais de temperatura e pressão, predomina em estado líquido e aparentemente é incolor, inodora e insípida e indispensável a toda e qualquer forma de vida.
Essa água está disponível para toda a população, seja rural ou urbana, no ambiente rual não há o tratamento antecipado desse recurso, no entanto, nos centros urbanos quase sempre se faz necessário realizar uma verificação da qualidade e grau de contaminação, uma vez que nas proximidades das cidades os córregos e rios são extremamente poluídos.
A água potável, ou mesmo água doce disponível na natureza, é bastante restrita, cerca de 97,61% da água total do planeta é proveniente das águas dos oceanos; calotas polares e geleiras representam 2,08%, água subterrânea 0,29%, água doce de lagos 0,009%, água salgada de lagos 0,008%, água misturada no solo 0,005%, rios 0,00009% e vapor d’água na atmosfera 0,0009%.
Diante desses percentuais, apenas 2,4% da água é doce, porém, somente 0,02% está disponível em lagos e rios que abastecem as cidades e pode ser consumida. Desse restrito percentual, uma grande parcela encontra-se poluída, diminuindo ainda mais as reservas disponíveis.
Nessa perspectiva, a ONU (Organização das Nações Unidas) divulgou uma nota com uma previsão de que até 2050, aproximadamente 45% da população não terá a quantidade mínima de água.
No mundo subdesenvolvido, cerca de 50% da população consome água poluída; em todo planeta pelo menos 2,2 milhões de pessoas morrem em decorrência de água contaminada e sem tratamento. Segundo estimativas, existem atualmente cerca de 1,1 bilhão de pessoas que praticamente não tem acesso à água potável, bem comum a todo ser humano.
A poluição é um dos maiores problemas da água potável, uma vez que diariamente os mananciais do mundo recebem dois milhões de toneladas de diversos tipos de resíduos.
Nessa questão, quem mais sofre tais reflexos são as camadas excluídas que vivem em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento.
Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia